Dez criminosos foram detidos por grupo de elite da Polícia Militar após negociação para libertar seis reféns na manhã desta sexta (8) em Banco do Brasil da Zona Leste

08/03/2018 – 14:15


 

Banco do Brasil da Rua Itinguçu, na Vila Ré, invadido por quadrilha que fez reféns — Foto: Reprodução/Arquivo/Google Maps
Banco do Brasil da Rua Itinguçu, na Vila Ré, invadido por quadrilha que fez reféns — Foto: Reprodução/Arquivo/Google Maps

 

SÃO PAULO (G1) – Policiais das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), grupo de elite da Polícia Militar (PM), prenderam uma quadrilha que fez reféns durante uma hora em tentativa de assalto a banco na manhã desta sexta-feira (8), na Zona Leste de São Paulo.

Ao todo, dez criminosos armados foram presos pela PM por volta das 10h após invadirem o Banco do Brasil da Rua Itinguçu, na Vila Ré. Eles fizeram seis vítimas dentro da agência bancária. Não há informações sobre se elas eram clientes ou funcionárias da agência.

Os reféns foram libertados, aparentemente sem ferimentos, após a Rota negociar com os assaltantes. O estado de saúde das vítimas não foi divulgado.

Os policiais foram até o local após serem acionados pela Polícia Federal (PF) para atender ocorrência de tentativa de roubo a banco em andamento. Ao chegarem, cercaram o local e prenderam dois homens apontados como membros da quadrilha. Um terceiro comparsa tentou fugir, mas também foi detido.

Tiro dentro da agência

Dentro da agência, sete integrantes da quadrilha mantinham seis pessoas reféns. Um dos criminosos, que estava com um refém, chegou a atirar, mas ele não atingiu os policiais nem os outros reféns.

Após uma hora de negociação, os bandidos libertaram as vítimas e se entregaram. Ao todo foram presos dez assaltantes. Seis armas foram apreendidas com eles, além dos veículos usados por eles.

De acordo com policiais, a quadrilha usou uma casa a cerca e 1,5 quilômetro do banco como base de apoio pra cometer o crime.

O caso deverá ser registrado na Superintendência da Polícia Federal da Lapa, Zona Oeste de São Paulo. A reportagem não conseguiu localizar o Banco do Brasil para comentar o assunto.