Durante o resgate, que terminou em torno das 17h, o homem precisou ser içado pelos bombeiros

UOL
10/01/2020


Cidade Tiradentes - Leste Online

Homem caiu altura de 10 metros ao sofrer queda em caixa d’água em São Paulo – Foto: Reprodução/Band

SÃO PAULO — Um homem caiu em uma caixa d’água vazia de uma escola, com 10 metros de altura, em Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo, enquanto realizava a limpeza da torre. O Corpo de Bombeiros utilizou um helicóptero para resgatá-lo.

O incidente ocorreu no CEI (Centro de Educação Infantil) Diretora Maria Conceição Monteiro Ayres, localizado na avenida Doutor Guilherme de Abreu Sodré, por volta de 13h30. O homem era um funcionário de uma empresa terceirizada, contratada para serviços de manutenção na escola.

Além dele, outro funcionário também trabalhava na limpeza da caixa d’água, que estava vazia. A vítima do acidente teria sofrido mal-estar antes de cair no interior da tubulação. O companheiro de trabalho alertou funcionários da escola sobre o acidente e os bombeiros foram acionados na sequência.

Durante o resgate, que terminou em torno das 17h, o homem precisou ser içado pelos bombeiros. Ele foi retirado do local por cima da torre, com o auxílio de um helicóptero, e encaminhado ao Hospital das Clínicas.

Procurada, a Secretaria Municipal de Educação afirmou que, por se tratar de férias escolares, não havia estudantes no local. O período de recesso, inclusive, foi escolhido pela escola para trabalhos de manutenção, incluindo a limpeza da caixa-d’água.

Confira a íntegra da nota enviada pela Secretaria:

“A Secretaria Municipal de Educação esclarece que, no início da tarde desta sexta-feira (10), dois funcionários de uma empresa terceirizada contratados para a limpeza da caixa d’água do Centro de Educação Infantil (CEI) Maria Conceição Monteiro Ayres, em Guaianases, zona leste, realizavam o serviço quando um deles passou mal e caiu. Os funcionários do CEI acionaram imediatamente os bombeiros para resgate e prestação de primeiros socorros. Por conta das férias, não há crianças sendo atendidas na unidade.”

UOL buscou contato com a empresa terceirizada para a qual o homem trabalha, mas não recebeu retorno.

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